ARBITRAGEM, O MEIO ALTERNATIVO NA SOLUÇÃO DE CONFLITOS

Nesse cenário, a Arbitragem como meio alternativo de solução de conflitos instituído
em 1996 tem crescido significativamente, em virtude de seus inegáveis benefícios.

CÂMARA DE MEDIAÇÃO E ARBITRAGEM NACIONAL E INTERNACIONAL-CAMANI

RELAÇÃO DOS ÁRBITROS JURÍDICOS E MEDIADORES ATUANTES NOS ESTADOS BRASILEIROS

NORTE (Tocantins, Acre, Pará, Rondônia, Roraima, Amapá e Amazonas)

CENTRO-OESTE (Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Goiás e Distrito Federal)

NORDESTE (Bahia, Sergipe, Alagoas, Paraíba, Pernambuco, Rio Grande do Norte, Ceará, Piauí e Maranhão)

SUDESTE (Espírito Santo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e São Paulo)

SUL (Santa Catarina, Rio Grande do Sul e Paraná)

Para o Árbitro, a chave é a experiência; para o Mediador, o sucesso vem da habilidade para sugerir acordos e para o Conciliador a característica fundamental é a sensibilidade”, No caso dos Árbitros, Conciliadores e Mediadores privados, esse é o grande trunfo. São pessoas com mais experiência nas referidas áreas de atuação, escolhidas por quem precisa de seus talentos.

Conheça nossos Mediadores!

 

Pessoas capacitadas que executam como intermediárias entre duas partes distintas, que normalmente se opõem. Nossos mediadores tem o papel de intervir na comunicação entre as partes conflituantes, com o objetivo de chegar a um acordo ou conciliação.

 

Uma das principais características do mediador é a pacificidade, buscando focar as reuniões e conversas entre as partes conflituosas com organização e clareza.

Conheça nossos Árbitros Jurídicos! 

 

A Lei de Arbitragem confere ao árbitro a qualidade de juiz de fato e de direito da controvérsia submetida a arbitragem.

 

Em compensação, impõe a ele requisito prévio à indicação – a independência – e deveres no curso da arbitragem – imparcialidade, competência, diligência e discrição – sem se mencionar a necessária manutenção da independência em relação às partes e à controvérsia, seja aquela aferida pela inexistência de conflitos ou, ainda, pelo que convencionamos denominar de desconforto ético.

 

Pode-se dizer, portanto, que a arbitragem encontra na Ética um de seus principais fundamentos. Mas, antes de mais nada, devemos examinar quem é o árbitro.  Estatui a Lei que ele é um juiz privado, o juiz de fato e de direito da controvérsia.  Por outro lado, deve o árbitro ser pessoa capaz e gozar da confiança das partes.